quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Entrevista - Organoclorados: Muito Rock e Dendê na Terra do Axé

 

1. Artur, obrigado pelo seu tempo para esta entrevista à Brazil Legion. Já começo agradecendo por nos desafiar enquanto fãs de Rock/Metal, pois “Dreams and Falls” é um trabalho até difícil de traduzir em palavras.

Artur: É uma honra e uma grande satisfação compartilhar informações sobre a Organoclorados e divulgar nosso trabalho. Muita responsabilidade esse desafio, e espero que essa dificuldade de tradução em palavras seja algo positivo (risos). Da nossa parte, todo o processo de produção e o resultado final de Dreams and Falls nos causam um sentimento indescritível de realização. Estou à disposição para uma boa conversa e, quem sabe, ajudar nessa tradução.

2. Conte-nos um pouco mais sobre a produção do material. Quem foi o produtor? Como se deu o processo? A banda teve voz ativa nas decisões?

Artur: Basicamente, produzimos por conta própria, pois precisávamos viabilizar os recursos e nos adaptar às condições disponíveis. As limitações, muitas vezes, são compensadas pela criatividade. Historicamente, temos trabalhado em estúdio sem produtor externo, e todos os nossos álbuns, EPs e singles até aqui foram produzidos dessa forma.

Não foi exatamente uma preferência, mas uma consequência da nossa trajetória e do segmento independente no qual estamos inseridos. A ausência de um produtor externo se deu, sobretudo, pela necessidade de enxugamento de custos, já que tudo foi feito no limite do comprometimento financeiro do grupo. Por outro lado, essa realidade também trouxe uma oportunidade importante: a banda acumulou aprendizado e desenvolveu um gosto maior pelas atividades de produção, o que se reflete diretamente no resultado alcançado.

O processo começa com uma pré-produção pouco rígida, com certa dose de aleatoriedade e fluidez, para que as músicas amadureçam sem pressa. Selecionamos entre 20 e 25 composições do nosso acervo, ensaiamos as estruturas básicas, realizamos jam sessions, testamos arranjos e revisamos as letras. Após essa análise, escolhemos as canções que seguem para a gravação.

Como não dispomos de recursos para longas sessões de estúdio, compensamos isso com muito ensaio, buscando máxima clareza sobre a concepção de cada música. Individualmente, também desenvolvemos os arranjos de cada instrumento.

Nas gravações, iniciamos pelas guias harmônicas e vocais, definindo o andamento das canções, sempre gravadas com metrônomo. A base rítmica vem na sequência, especialmente a bateria, seguida pelos demais instrumentos. Gravamos quantas sessões forem necessárias para extrair o máximo potencial das composições.

Os músicos acompanham atentamente o trabalho uns dos outros e têm total liberdade para opinar e sugerir ideias. Essa troca constante é muito rica e influencia diretamente as decisões. Mais adiante, já com os instrumentais quase concluídos, entramos no trabalho de arranjos vocais, área pela qual venho me aprofundando desde o álbum Saudade da Razão (2022) e que evoluiu ainda mais em Dreams and Falls.

Participamos ativamente também da edição e mixagem, etapa fundamental para preservar nossa identidade estética. Trabalhamos nuances, detalhes e sutilezas que fazem parte da nossa assinatura musical.

3. Outro fator interessante é a presença de influências do rock nacional. Houve algum tipo de pesquisa para inserir esses elementos de forma tão natural?

Artur: Não fizemos nenhuma pesquisa específica para este disco. As influências do rock nacional fazem parte da bagagem musical dos integrantes e são constantemente processadas e reinterpretadas. Inserimos elementos de forma instintiva, tanto nos ensaios quanto nas gravações.

Essas influências não vêm apenas do rock nacional, mas também do internacional e de outros gêneros. A música brasileira, especialmente a regional nordestina, com percussões, violões e guitarra baiana, contribui bastante para essa percepção. São ideias que surgem sem premeditação, guiadas pela inspiração e pelo que cada música “pede”.

4. Sem rotular a banda em um segmento específico, como vocês se definem em termos de gênero?

Artur: Também evitamos classificações rígidas. Se olharmos nossa trajetória dentro da linha do tempo do rock e entendermos o pós-punk como um estilo que incorpora elementos de outros gêneros, podemos nos identificar como uma banda pós-punk.

Ainda assim, essa definição é simplificada. Nosso som dialoga com hard rock, rock psicodélico, rock progressivo e experimentalismo. Já nos chamaram de classic rock e até disseram que repaginamos o pós-punk. O fato é que processamos múltiplas influências dentro do rock, sem amarras e com a mente sempre aberta.

5. A produção chama atenção pelo peso e pela clareza sonora. Como foi o caminho até o resultado final de “Dreams and Falls”?

Artur: Somos bastante detalhistas e buscamos sempre extrair o máximo possível dos recursos disponíveis. Estudamos nossas composições para encontrar os melhores caminhos técnicos e artísticos. Desde o início, tínhamos clareza do que queríamos alcançar.

Peso, atmosfera e inteligibilidade sempre foram prioridades, o que facilita o trabalho de mixagem e masterização. Vale destacar também a competência e a dedicação do técnico de gravação Lucas Costa, do Estúdio Jimbo.

Dreams and Falls sintetiza ciclos de alternância entre peso e melodia, sonho e colapso, transitando entre melancolia e energia dançante, mesclando sonoridades vintage com texturas contemporâneas, sem perder o elo com nossos trabalhos anteriores.

6. O material já está chegando a outros mercados? Existe perspectiva de expansão física para a Europa?

Artur: No formato digital, o álbum e seus singles estão disponíveis em mais de 150 plataformas ao redor do mundo. Com o apoio da MS Metal Agency, a versão física em CD foi viabilizada recentemente.

Estamos nos adaptando a essa perspectiva internacional. Recebemos orientações sobre estratégias para explorar o mercado europeu e esperamos que esse trabalho gere bons frutos em breve.

7. Vocês optaram pelo inglês neste álbum. Foi uma fuga do português?

Artur: Não diria fuga, mas uma escolha. Gravar em inglês era um desejo antigo, que surgiu ainda após o álbum Princípio Ativo (2001). O plano ficou adormecido até atingirmos maturidade artística suficiente.

Após quatro álbuns em português, sentimos que era o momento certo. Tínhamos composições prontas e o cenário era favorável. Tudo aconteceu de forma natural, sem forçar nada.

8. Como estão os shows em suporte a “Dreams and Falls”?

Artur: A agenda tem sido intensa, considerando as limitações do circuito independente. Desde o lançamento do single “Insecurity”, os shows passaram a promover o álbum.

A recepção do público tem sido muito positiva, tanto nos shows quanto nas redes sociais. Músicas como “Days and Roses”, “Horses on the Streets” e “Insecurity” têm gerado ótimas reações.

9. Quais são os próximos passos da ORGANOCLORADOS?

Artur: O foco atual é ampliar o alcance nacional e internacional de Dreams and Falls. Recentemente lançamos videoclipes, singles e o CD físico.

Para o futuro, há planos para singles, um EP em espanhol previsto para 2026 e um novo álbum já pronto, ainda sem data definida. Posso adiantar que será em português.

10. Para encerrar, deixo o espaço aberto.

Artur: Agradecemos muito pelo espaço. Completamos 40 anos de história no rock autoral independente, entre sonhos e quedas, mas sempre com paixão e autenticidade.

Convidamos todos a nos acompanhar nas redes sociais e plataformas digitais. Inscrevam-se também em nosso canal no YouTube.
Boas energias direto da Bahia. Força sempre.

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Resenha - Bruthus - Comigo Não

 

Por Rodrigo Maldonado

Nota: 09.5/10.0

Puta que me pariu, que disco do caralho! Sou mais familiarizado com Metal Extremo, mas não tive como não pirar como este “Comigo Não”, primeiro registro da carioca BRUTHUS, que traz uma mistura interessante de Thrash Metal, Modern Rock e aquela pitada sem vergonha do Hardcore nacional, tendo o Matanza Ritual como a que primeiro me veio a mente como referência.

A arte da capa, de tão foda, merecia estampar um vinil, já que foi muito bem desenvolvida. Ainda assim, acho que ela não transmite com exatidão o que temos de conteúdo de áudio aqui. Na verdade, apesar do peso, a BRUTHUS me soou bastante comercial, obviamente dentro dos padrões que entendemos como underground atualmente. Peguemos como exemplo “Festa de Maluco” que, apesar de toda força que possui tem também uma letra bem despojada, descompromissada. A bendita música entretém e pode arrancar um belo sorriso de canto de boca do mais chato dos fãs.

Eu gostei muito da produção, não por acaso contou com a assinatura do pessoal do Fusão Studios, que já vem desempenhando um trabalho excelente com diversas bandas brasileiras. E a BRUTHUS não ficou atrás neste sentido, já que a qualidade sonora bate de frente, facilmente, com qualquer coisa que saia na gringa! Duvida do que estou afirmando, pois pare de ler este texto e vá direto ouvir músicas como Fumada” e “Desabafo” para vir concordar comigo em gênero, número e grau.

Faltou pouco para que “Comigo Não” ganhasse um sonoro dez, mas a sua curta duração me fez ficar um pouco desapontado. Gostei tanto do disco que queria mais, muito mais! Aliás, quem tiver interesse, compre o produto físico pois ficou maravilhoso.

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

INFEKTOR SELF FESTIVAL: anunciado sua 11ª edição com peso, resistência e cultura independente no Piauí

 No dia 13 de setembro de 2025, Teresina será novamente o epicentro do peso underground piauiense com a realização da 11ª edição do Infektor Self Festival. Reconhecido como um dos eventos mais autênticos e consistentes do cenário independente, o festival traz em sua essência a união de bandas extremas, artistas independentes e ações afirmativas que dialogam com juventudes e movimentos culturais diversos.

Com produção da GAGAU PRODS & ALIADOS, liderada por Pedro “Hewitt”, o festival mantém sua proposta de dar palco à música pesada, artes visuais e expressões urbanas, valorizando a cultura que resiste às margens da indústria.

O line-up da 11ª edição já foi divulgado e inclui nomes de peso do Black Metal e Death Metal, com a estreia da horda DIABO nos palcos do Infektor, além de bandas veteranas e novas apostas do cenário.

Mais do que protesto, o Infektor Self Festival é também um ato político-cultural. A entidade organizadora comprova sua atuação desde 2014 nas políticas de juventude e na cultura independente, com iniciativas que vão desde a promoção de eventos e festivais, até debates sobre diversidade, combate à intolerância religiosa, empreendedorismo cultural e alimentação vegana no meio underground.

O impacto do festival ecoa além dos palcos, com ampla cobertura por mais de 20 sites e colunas vinculadas ao evento, incluindo portais como Geleia TotalPortal do InfernoHeadbangers NewsSubterrâneo MetalpunkWhiplashRCP Alagoas e Lucifer Rex, além de conteúdo exclusivo em redes sociais.

Ingressos já estão disponíveis com venda antecipada na Stillus RockSympla e pelo Instagram da produção.

Para mais informações, ingressos e merchandise:
https://www.instagram.com/isf.666/
https://www.sympla.com.br/evento/infektor-self-festival-11/2962115?referrer=www.google.com

quarta-feira, 30 de julho de 2025

OBTUS: Banda lança videoclipe de “Ver-Ouvir-Calar” com crítica social contundente

A lendária Obtus, um dos pilares do hardcore/punk do Nordeste, lançou recentemente um videoclipe impactante para a música “Ver Ouvir Calar”, faixa-título de seu primeiro álbum completo lançado em 2014.

Formada em meados dos anos 1990, a Obtus emergiu como uma das bandas que resistiram e se mantiveram ativas por mais de duas décadas no underground piauiense. Com o álbum Ver Ouvir Calar (2014), a banda reafirmou sua relevância com letras afiadas que rompem com a complacência e a alienação social (noiseland.com.brhominiscanidae.org). A faixa-título serviu como hino para uma geração que cansou de apenas assistir, ouvir e calar — agora visualmente reinterpretada através de um personagem marginalizado que se tenta sair do silêncio.

No centro do videoclipe está o personagem Carlos “Skilo”, figura que representa o cidadão marginalizado de Teresina — invisível para a cidade, mas ao mesmo tempo sujeito a ser um “alvo social”. O roteiro busca expor a vivência cotidiana de discriminação, abandono e silenciamento, transformando o imaginário invisível em grito visual. A ideia é confrontar o espectador com a dura realidade de quem é visto apenas como problema, enquanto sua voz permanece calada.

O projeto foi realizado com recursos da Lei Complementar nº 195/2022 (Lei Paulo Gustavo), via patrocínio do Ministério da Cultura/Governo Federal, com apoio da SECULT – Secretaria da Cultura do Estado do Piauí. A concepção do roteiro ficou por conta de Eduardo Crispim e Assis Machado, integrantes veteranos da banda que guiaram a mensagem visual com a mesma força das letras.

Há décadas, Obtus firma-se como banda política e contestadora, usando o punk/hardcore como arma para denunciar injustiças e chamar atenção às tensões sociais de Teresina. Como bem descreveu Eduardo Crispim há anos:

“Não era música para agradar, era música para agredir” — filosofia que a banda mantém até hoje (noiseland.com.brrevistaacrobata.com.br).

A cena punk da cidade sempre carregou uma crítica afiada ao sistema e à apatia cultural local — onde muitos vivem como “invisíveis” e são ignorados por quem administra e pela sociedade. Um movimento que se articula na rua, nos shows e nos zines, mas que ainda enfrenta resistência e incompreensão de uma comunidade com mentalidade conservadora e pouco interesse por arte contestadora (Portal Luneta).

Por que o clipe importa (opinião de quem vos escreve):

  • “Ver Ouvir Calar” ganha corpo e humanidade no vídeo: os silenciados falam, ainda que o sistema tente abafá-los.

  • O uso de produção realizada com incentivo cultural oficial (Lei Paulo Gustavo) reforça a importância da arte como ato político e necessidade social.

  • A figura de “Skilo” dá rosto ao anonimato urbano de Teresina, denunciando exclusão, violência simbólica e invisibilidade.


Obtus entrega com esse videoclipe uma obra visual que complementa o poder da canção original: é uma provocação estética, uma chamada à ação — e, sobretudo, uma reafirmação de que punk e hardcore podem ser arte engajada e consciente.

Para mais informações, shows e merchandise:
https://www.instagram.com/obtushc/

sábado, 14 de junho de 2025

EMBER BRICK: confira agora a versão digital do seu novo trabalho

 

A banda EMBER BRICK confirmou que a versão digital do seu álbum homônimo, já está oficialmente disponível, com distribuição através da Tratore Music.

A versão física do álbum “Ember Brick” será lançada ainda neste primeiro semestre, através da MS Metal Records. A distribuição do referido produto, englobará os mercados europeu e asiático, no decorrer de todo vigente ano de 2025, além de 2026.

A arte da capa de “Ember Brick” foi assinada pelo artista Lucas Klepa, enquanto que a produção de áudio do material contou com a condução de Lisciel Franco, do Forest Lab Studio.

EMBER BRICK é uma banda de Heavy Metal, que explora vertentes que vão do Stoner Rock a lisergia dos anos 60, com pitadas de Hard Rock britânico dos anos 70 e não deixando de lado as influências do Grunge.

Com nítidas influências de Black Sabbath, Motörhead, Tool e Nirvana, a mistura é promissora. O trio é composto por Marinauta nos vocais e contrabaixo, Ivan nas percussões e André na guitarra. A banda gravou seu primeiro álbum de estúdio “Smoke Some Bricks”, com muita definição e atitude. O disco foi gravado de forma completamente analógica, na fita, e sem nenhum computador por perto, pelo próprio Lisciel Franco (@lisciel).

Em Junho de 2023, a banda retornou ao estúdio Forest Lab para gravar seu segundo disco de inéditas, com mais experiência e maturidade. Quanto à sonoridade, “pé na porta e tapa na cara”, disse Lisciel Franco, produtor e engenheiro de áudio do consagrado estúdio Forest Lab.

Para mais informações sobre as atividades da banda EMBER BRICK e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

https://open.spotify.com/album/4AYT6veaeEdnTeWEGKm2tJ?si=aJsJyr0uRuSJYWfeyNi5Nw 

quarta-feira, 4 de junho de 2025

RICKY DE CAMARGO: confirmada data de lançamento do seu novo álbum

 

O guitarrista e compositor RICKY DE CAMARGO confirmou que o seu mais novo álbum, intitulado “Beast Mode”, estará disponível nas principais plataformas de streaming do mercado, no próximo dia 25 de julho.

“Beast Mode” contará com sete canções inéditas, incluindo a faixa de trabalho, homônima, que já está disponível para audição nas plataformas de streaming.

Tracklist:

01. Tales from Oblivion
02. An Endless Journey
03. Beast Mode
04. Fury of the Planet
05. The Divinity of Chaos
06. Supernova
07. There You Have It

Em paralelo, o músico lançou um novo Single extraído de “Beast Mode”, intitulado “Supernova”. O referido trabalho, também foi disponibilizado no formato áudio visual, disponibilizado no canal oficial do artista no YouTube e que já conta com mais doze mil visualizações.

RICKY DE CAMARGO, nascido em Sorocaba, interior de São Paulo, em 1988, é um guitarrista brasileiro com uma carreira de mais de duas décadas dedicadas à música. Desde jovem, sua paixão pela guitarra o impulsionou a explorar diferentes estilos musicais.

Ao longo dos anos, Ricky consolidou sua reputação como músico de sessão, contribuindo para diversas produções musicais e ganhando reconhecimento por sua habilidade técnica e composições através de suas redes sociais. Sempre teve uma inclinação para seguir uma carreira solo, lançando três álbuns instrumentais que refletem sua jornada musical até o momento.

Seu terceiro álbum, “Relentless” de 2022, teve a honra de ser considerado para a primeira fase do Grammy Latino, uma conquista que destaca a qualidade de seu trabalho. O álbum contou com as participações de André Luckner na bateria e percussões. Contou também com a presença do mundialmente conhecido tecladista Derek Sherinian (Dream Theater, Sons of Apollo, Black Country Communion) na faixa “Nightmare”.

Atualmente, Ricky está prestes a lançar seu novo álbum, “Beast Mode”, que chegará aos ouvidos do público no segundo semestre de 2025. O álbum conta com 7 faixas instrumentais, com muito peso, técnica e composições que levarão Ricky a um próximo nível na carreira. O Single “Beast Mode” já conta com mais de 8000 visualizações no YouTube desde seu lançamento.

Discografia:

“Origins” 2019
“Maverick” 2021
“Relentless” 2022
“Beast Mode” 2025

Para mais informações sobre as atividades da marca RICKY DE CAMARGO e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

terça-feira, 13 de maio de 2025

KATARSE: confira agora o Single “Coronéis do Povo”

 

A banda de Death Metal KATARSE confirmou o lançamento do seu primeiro Single, “Coronéis do Povo”, que já está disponível no YouTube e em todas as plataformas de streaming, como o Spotify, Deezer, Amazon Music e muito mais.

“Coronéis do Povo” traz uma letra forte, politizada e que é embasada por um Death Metal visceral, típico do que é produzido neste gênero no Brasil. O referido trabalho contará com a distribuição da Eternal Hatred Records, com o objetivo de buscar o seu engajamento junto aos investidores, marcas, empresas parceiras e empresários freelancers de todo o país.

KATARSE é uma banda de Death Metal de Bragança Paulista (SP) e Extrema (MG), com letras em português que denunciam as injustiças do Brasil, o preconceito, a corrupção e a hipocrisia da igreja.

Formada por Alessandro Matos (vocal), Iago Fiches (guitarra), Guilherme Rezende (Guitarra), Chicão Tucci (bateria) e Igor Berardi (baixo). O show de estreia já está confirmado no Lobo Rock Fest, ao lado dos gigantes do Krisiun. Também está disponível no canal do YouTube da banda a live session da faixa “Malditos Profetas” — uma amostra do peso e da intensidade do som do KATARSE.

A revolta tem nome. O som tem peso. KATARSE é resistência.

Para mais informações sobre as atividades da banda KATARSE e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

https://open.spotify.com/album/28yEZMlXI4kCAyKjDwMj0i?si=t7aYpmIeRhasZmsQSJGwIg

Entrevista - Organoclorados: Muito Rock e Dendê na Terra do Axé

  1. Artur, obrigado pelo seu tempo para esta entrevista à Brazil Legion. Já começo agradecendo por nos desafiar enquanto fãs de Rock/Metal,...