A Desgraça na Terra Records e No Future Distro unem-se para realizar esta tour animal do Orgia Nuclear (ES) com a Demön Haunt (PE). Passando por 4 regiões do Brasil contendo mais de 10 Estados. De Recife a Manaus, de Manaus a São Paulo! Carro, avião, barco e trem. Uma rota infame e selvagem, só para os verdadeiros guerreiros do necrounderground.
02/07 Recife PE
03/07 Vitória de Sto. Antão PE
08/07 Arcoverde PE *
09/07 Campina Grande PB
10/07 João Pessoa PB
15/07 Disponível
16/07 Natal RN
17/07 Fortaleza CE
22/07 Capitão de Campos PI
23/07 Teresina PI
24/07 Disponível
29/07 Caxias MA *
30/07 Parnaíba PI *
31/07 São Luís MA *
05/08 Ilha de Outeiro PA
06/08 Castanhal PA
07/08 Belém PA
13/08 Manaus AM
14/08 Manaus AM
20/08 Tefé AM
26/08 Belém PA
27/08 Marabá PA
28/08 Parauapebas PA
02/09 Araguaína TO
03/09 Palmas TO
04/09 Porto Nacional TO
09/09 Formosa GO
10/09 Brasília DF
11/09 Anápolis GO
16/09 Goiânia GO
17/09 Catalão GO
18/09 Uberlândia MG
21/09 Uberaba MG
23/09 Araxá MG
24/09 Bom Despacho MG
25/09 Pará de Minas MG
28/09 Belo Horizonte MG
29/09 Belo Horizonte MG
30/09 Belo Horizonte MG
01/10 Belo Horizonte MG
02/10 Belo Horizonte MG
07/10 Itaúna MG
08/10 Divinópolis MG
09/10 Oliveira MG
12/10 São Thomé MG *
14/10 Três Corações MG
15/10 Varginha MG
16/10 Pouso Alegre MG
19/10 São Paulo SP
20/10 São Paulo SP
21/10 São Paulo SP
22/10 São Paulo SP
23/10 São Paulo SP
28/10 Salto SP
29/10 Americana SP
30/10 Piracicaba SP
OBS¹: As datas com * ainda estão em TBA, podem não ocorrer.
Para fechar mais datas e incluir a sua cidade na rota, entrar em contato pelo email:
hellthrasher.maniac@gmail.com ou demonhauntmetalpunk@gmail.com.
Idealização da arte Jonathan Hellthrasher
Cartaz por Roberto Ridley
Finalização layout gráfico por Igor Albuquerque.
Sobre as bandas:
O Orgia Nuclear (ES) foi criado em 2010 por Jonathan Hellthrasher, desde o início com uma proposta insana de mesclar algumas das sonoridades mais infames do underground extremo. A banda flerta com Speed Metal, Black Metal, Metalpunk, Thrash Metal, D-beat e Crust Punk, entre outros subgêneros, definindo-se então como Speed Black Metal Punk Marginal. Com diversos materiais já lançados, entre Video clipes, demos, EPs, Splits e Full Albuns, lançados tanto no Brasil como no exterior, o Orgia Nuclear já realizou também diversas turnês regionais, nacionais e uma turnê latinoamericana, e agora parte para pegar estrada mais uma vez, divulgando seu novo lançamento intitulado "O Retorno do Caos Total a Eliminação Completa" material limitado a 500 cópias feito em cd e K7. Buscando sempre expandir seus horizontes no underground nacional, estabelecendo irmandades e proclamando o caos por onde passar com sua mensagem de contestação e revolta!
A Demön Haunt (PE) surgiu como um projeto one-man-band criado pelo Igor Moshcide em 2020 com fortes influências da cena Metalpunk, passeando pelo Thrash Metal e Proto-Black Metal oitentistas. Com um EP e um Split lançado, a banda vem emergindo das profundezas e conquistando seu espaço na cena nacional; dá agora um enorme passo para a sua consolidação com esta turnê em parceria com a Orgia Nuclear. Com uma mensagem abertamente pró-ciência, anti-guerra e antifascista, a banda está lançando para esta turnê o seu EP de estreia autointitulado em CD Slip Case limitado em 100 cópias. Ambas as bandas passarão quatro meses rodando o país, começando pelo Nordeste e alcançando o Norte, Sudeste e Centro-oeste, executando novos tratados e projetando futuros lançamentos.
Há quem diga que o cenário nordestino deu uma parada ou quem lembre de poucas bandas como referências, mas sempre observei que sempre houve nomes fortes que despontam todos os dias no Metal, Punk, ainda mais diante a pandemia que assolou o mundo, seja em diversos gêneros de Metal que possa curtir, infelizmente há pessoas que se perderam no passado ou que não aceitam a realidade das atualizações, na minha opinião que nenhum deles quer renegar, como alguns fãs mais radicais de nosso país teimam em fazer, por conta de pensamentos radicais extremados ou nada agradáveis.
E quando tratamos de cenário interessante, podemos citar Pernambuco, alguns nomes são pontos comuns, e um que surgiu de uma vez pra mim por meio de ótimos comentários e reunião de festival local é o Demön Haunt.
Por ser um projeto one-man-band, é claramente investido um Thrash/Punk muito cru, direto e ríspido nos moldes mais conhecidos, que em nada lembra a banda onde seu fundador toca, mas que ao mesmo tempo, tem vigor e soa com referências padrões do Metal 80' e nacionais como Arma, Tümülo e Flagelador (Nos primeiros lançamentos), pois apesar da intensidade, parece que eles queriam refazer o que já foi feito antes, mas ir adiante sem se preocupar com o que se diga de seu trabalho, aliás, sempre é bom esse tipo de proposta surgir em nosso cenário, pois a música da banda transparece grande espontaneidade.
Beleza, vamos ao que realmente interessa, não estou aqui pra rebaixar a qualidade gráfica ou algo assim, então o que posso afirmar sobre o EP: Sonoridade simples e bem feita, mas ao mesmo tempo orgânico e espontâneo, mesmo com passagens repetitivas ou em momentos já citados de boas referências, embora as mudanças no andamento com aquela velocidade característica do gênero não seja algo notado muitas vezes nas músicas em si na minha audição.
É notavelmente as sujas guitarras em todos os trechos, vocais bem agressivos, com letras simples e de refrões fáceis de lembrar, ou seja, apreciadores de Celtic Frost, Hellpoison, Álcool, sintam-se a vontade em conhecer um trabalho com boas pitadas. E obviamente, um cover bem elaborado do majestoso Inepsy, merece uma atenção redobrada mais ainda.
Não podia deixar de dizer que o trabalho na arte e lírica não é lá muito complexo, mas simples e honesto por ser herege, conhecido claramente nesse tipo de iniciativa, com ênfase nos trabalhos de Carl Sagan. A produção sonora (feita pelo próprio dito cujo, Igor Albuquerque, em parceria com a Bagaeprod) transpira, inspira e respira vitalidade, naturalidade, mantém a chama da proposta de forma coesa e que agrada pessoas que ouvem do Thrash tradicional ao Black Metal mais atual, mas não se enganem, pois há bastante coisa clichê, você consegue ouvir cada instrumento com o devido volume, mas conhece cada riff e referência ao longo de pouco mais dos 16 minutos de duração.
De extremo agrado, agressivo e corrosivo, mais uma obra para satisfazer nossos ouvidos mais extremos deste projeto nordestino, dispostos a não deixar ouvidos intactos após algumas audições, e que vale o seguir uma linha bem ampla em uma futura versão ou no próximo registro que pode sair.