
- Bruno, obrigado pelo seu tempo para esta entrevista à Brazil Legion. Já começo agradecendo, por me desafiar enquanto fã de Metal, pois o “Anxiety” é algo até difícil de se traduzir em palavras...
R: Muito Obrigado! nós que agradecemos o reconhecimento, foi um trabalho árduo, e que chegou no resultado que queríamos.
- Conte-nos um pouco mais sobre a produção do material. Quem foi o produtor? Como se deu o processo? A banda teve voz ativa nas decisões?
R. O produtor foi o Matheus Nunes do RJ, ele mixou e masterizou nosso 1º álbum, e no 2º ele foi realmente um produtor; O processo foi feito todo em casa, todas as gravações, o que de certa forma é mais confortável que um ambiente de estúdio. E sim a banda teve bastante voz, na verdade foi uma troca de ideias, e ter a visão de quem ta vendo o som de fora é importante e principalmente de quem manja desse tipo de sonoridade como ele.
- Outro fator interessante é que vocês mesclam ao som de vocês, influências de Modern Metal. Vocês fizeram algum tipo de pesquisa, para poder inserir tais elementos de maneira tão natural?
R. Ai entram 2 coisas, pra fazer um álbum de deathcore primeiramente todos tiveram que escutar mais deathcore, pode parecer simples mais isso que faz diferença, pois na hora de compor, querendo ou não sai aquilo que você ouve, então tivemos que pesquisar e ouvir bastante pra fazer algo bem feito. e a 2º coisa é ter um produtor que manje do som que vc quer no caso Matheus sabe bastante então isso ajudou muito.
- Vou me abster de classificar a banda como este ou aquele segmento, dentro do Metal. Então, passa a palavra para você! Como a banda se classifica em termos de gênero?
R. Olha pra não estender muito eu diria um Metalcore com Elementos de Deathcore.
- Eu adorei a produção, muito peso e tudo inteligível. Como você nos descrevia este processo até chegar no produto final que encontramos em “Anxiety”?
R: Bom, nesse estilo em especifico que foi Deathcore/Metalcore, buscamos uma sonoridade mais bruta, direta e pesada com pouquíssimas passagens melódicas, ao contrario do 1º álbum, guitarras bem presentes, bastante breakdowns e vocais guturais, foi um estilo que nunca trabalhamos antes, então o nosso produtor teve uma parte importante na nossa incorporação nesse estilo.
- O material já vem sendo distribuído em outros mercados? Tive contato com o CD físico, através do pessoal da MS Metal, e acredito que ele mereça chegar na Europa...
R: Sim e não, nosso objetivo realmente não é o mercado nacional, pois esse estilo é muito pouco valorizado aqui no brasil e nós sabemos disso, por isso o trabalho com a MS Metal Records lá fora.
- Outro ponto importante é que vocês optaram pelo inglês, para inserir as letras nas composições. Fugiram do português? Podem nos explica isso?
R. sim, claramente nosso objetivo, com o inglês é atingir o Mercado estrangeiro, pois esse estilo é muito pouco valorizado aqui no brasil e nós sabemos disso, por isso o inglês e por isso o trabalho com a MS Metal Records lá fora
- Suponho que “Anxiety” já esteja sendo promovido ao vivo, como tem sido os shows em suporte ao disco?
R: Olha, mais do que o esperado as pessoas tem elogiado bastante, e sempre mencionando nossas musicas nas redes sociais, e o shows estão bem enérgicos, do jeito que queríamos, os fãs comprando bastante merch, está fluindo bem.
- Quais os planos futuros da ADULFE? Suponho que agora que vocês contam com uma grande gravadora por aqui, um novo álbum esteja nos planos, confere?
R. a sim estamos trabalhando em um Full Lenght, mas ele vai soar um pouco diferente, buscamos uma sonoridade mais moderna como Motionless in White e BMTH estão fazendo hoje, mas está ficando incrível.
- Bruno, mais uma vez, muito obrigado por todos os esclarecimentos. Se algo ficou pendente, por favor...
R. R. Nós que agradecemos o espaço, foi muito bom conversar com vocês, sigam a @_Adulfe no Instagram, e nas outras redes sociais, nossa musica está em todas as plataformas digitais, Spotfy, Deezer, Itunes, Youtube...
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