A banda de War Death Metal baiana CRUCIFICATOR anunciou o lançamento do seu segundo álbum, intitulado “Then Hatred Reborn At Dawn” o disco chega em julho de 2021, via Voz Da Morte Records.
Produzido por Sidney Falcão e Mithalo Ammon, juntamente com o CRUCIFICATOR, “Then Hatred Reborn At Dawn” – chegará em formato físico, sua distribuição digital, contará com o suporte da Sangue Frio Records, em São Paulo pelo experiente selo impaled Records.
Confira a official teaser full-length “Then Hatred Reborn At Dawn”:
O Accept intensifica em seu novo disco uma tendência que já era perceptível nos últimos trabalhos do grupo: a diminuição do apelo épico e dos arranjos grandiosos em favor de uma sonoridade mais direta, na linha do hard & heavy tão popular na primeira metade da década de 1980.
Décimo-sexto álbum da banda alemã, Too Mean to Die é o sucessor de The Rise of Chaos (2017) e também o quinto disco com Mark Tornillo como vocalista. É preciso dizer que essa fase atual do Accept, iniciada com Blood of the Nations (2010), está em pé de igualdade com o período clássico do quinteto, quanto o grupo conquistou o mundo com trabalhos como Restless and Wild (1982), Balls to the Wall (1983) e Metal Heart (1985). Dito isso, é importante frisar que Too Mean to Die é o primeiro disco do grupo sem o baixista Peter Baltes, que deixou a banda em 2018 e tocou em todos os álbuns do Accept. Seu substituto é Martin Motnik. Além disso, a banda agora é um sexteto com a entrada de um terceiro guitarrista, Philip Shouse. O guitarrista Wolf Hoffmann é o único remanescente da formação original.
Produzido por Andy Sneap, Too Mean to Die entrega onze faixas inéditas em pouco mais de 50 minutos. As canções variam entre momentos inspirados e outros em tanto. Não há aqui a energia e o elemento surpresa de Blood of the Nations e nem a inspiração onipresente de Stalingrad (2012), mas o disco entrega bons momentos como a abertura com “Zombie Apocalypse”, o metal oitentista da música título, o hard rock de “Overnight Sensation”, a agradável balada “The Undertaker” e “Sucks to Be You”, essa última com uma clima meio AC/DC. As influências de músicas clássica de Wolffmann são responsáveis por duas das melhores canções, a grudenta “No Ones Masters” e a cativante “Symphony of Pain”, essa última com direito até à uma citação da 9ª Sinfonia de Beethoven.
Too Mean to Die não apresenta o brilhantismo dos dois primeiros discos da fase com Tornillo, mas está longe de ser um disco ruim. Os bons momentos superam os problemas, resultando em um álbum que os fãs farão questão de ter e que agradará também quem procura apenas um bom disco para ouvir.
Confira a capa e a tracklist do álbum "Too Mean to Die":
Tracklist:
1. Zombie Apocalypse.
2. Too Mean to Die.
3. Overnight Sensation.
4. No One’s Master.
5. The Undertaker.
6. Sucks to Be You.
7. Symphony of Pain.
8. The Best Is Yet to Come.
9. How do we Sleep.
10. Noy my Problem.
11. Samson and Delilah.
O disco conquista mais espaço quando tenta fazer coisas mais diferentes: seja sendo incrivelmente dramático e comicamente característico (“The Undertaker”), seja numa espécie de folk metal com influências piratas (“How do We Sleep”, que tem uma excelente introdução de bateria), seja num instrumental tradicional que mistura elementos bíblicos com doom metal (“Samson and Delilah”). Tirando essas faixas, a maior parte do álbum é power metal genérico, tentando fortemente ser um Iron Maiden da vida e falhando até nisso: “Sucks to Be You” e “Too Mean to Die” são tão genéricas que chegam a doer um pouco. E o pior é que tem faixas que tentam fazer algo um pouco diferente e mesmo assim falham, como a “Symphony of Pain” que faz solos de guitarra baseado em músicas clássicas, mas não é tão interessante assim.
A melhor faixa do álbum é a mais calma “The Best is Yet to Come”. É uma das poucas faixas do álbum que o vocal do Mark Tornillo se encaixa bem (provavelmente porque não tem que fazer muito esforço), tem um chamado no vocal que se encaixa bem na proposta da música e tem um excelente solo de guitarra (mas isso não é só dessa faixa). Existem poucos momentos em que a bateria funciona bem, como no começo de “How do we Sleep”, mas nessa faixa a bateria ganha na sutileza.
Os mineiros do Mortal Scenery finalizaram o processo de gravação do seu novo single, intitulado "Shadows' Arise", a música tem previsão para está liberada nas principais plataformas digitais e no YouTube ainda nesse primeiro semestre. O single está sendo produzido, mixado e masterizado por André Damien.(Paradise in Flames), no Estúdio Maçonaria do Áudio - Nova Lima - MG.
A banda foi formada em 1995 na cidade de Santa Luzia ( Minas Gerais) , o grupo faz um Death Metal com uma pitada de Grindcore de perturbar ouvidos.
A banda KK’s Priest, que é formada pelo guitarrista K.K. Downing (Judas Priest) e o vocalista Tim Ripper Owens (Judas Priest, Iced Earth, Beyond, além de A.J. Mills (guitarra, Hostile), Tony Newton (baixo, Voodoo Six) e Sean Elg (bateria), revelou que seu álbum de estreia, Sermons Of The Sinner, será lançado no dia 20 de agosto via Explorer1 Music Group.
O álbum de estreia do KK’s Priest deve celebrar as raízes de Downing no metal clássico e é feito como um presente aos fãs fiéis do gênero musical. “Estou falando dos fãs casca dura que não abandonam o barco,” diz Downing. “Eles não vão se lançar num gênero musical diferente só porque vários de seus heróis estão morrendo. E esse sentimento está presente no álbum, quando falamos na faixa-título, ‘o tempo está acabando para nós, as coisas podem nunca mais ser as mesmas, mas os sermões do centro de pecadores pode nos ajudar a nos levantarmos de novo.’ Porque você nunca sabe quando o seu último show vai ser o seu último show, por assim dizer.”
E para dar uma amostra do novo material, o grupo disponibilizou o clipe do single Hellfire Thunderbolt.
Confira clipe do single de "Hellfire Thunderbolt":
O debut "Sermons Of The Sinner" chega em agosto com 10 faixas e teve sua tracklist e capa divulgadas. Ambas podem ser conferidas logo abaixo. O disco está disponível para pré-venda em várias configurações, incluindo uma edição limitada exclusiva de um vinil metalizado autografado com um CD bônus.
Em 2019, a banda Volkmort de Timbó- SC, divulgou seu primeiro full length “Battle Desolation” e quinto trabalho do grupo. O debut foi produzido de forma independente contou com a masterização e mixagem de José Fernando Metzger, no Sonority Studio, em Indaial- SC.
O álbum é totalmente conceitual e sua arte da capa, ficou por conta de Emerson Maia e Fernando Atanázio. Além é claro, do design por Ernys e Cintia W. e as fotos pela mesma e também Larissa Z. Com seis faixas, o álbum foi desenvolvido com apenas músicas autorais.
A mais longa do material e uma das mais preciosas, “Sentenced To Death” possui uma intro descomunal, elaborada pela Orquestra Sinfônica de Moscou. Ao decorrer da canção, ela impulsiona a traçar caminhos arrastados e cadenciados, característicos no Doom Metal. A composição expõe a morte e o autoflagelo simbolizados através de uma agonizante batalha.
“The Beginning of the End, Prelude to Chaos” é o prelúdio para o começo do fim. Ou seja, ela explicita a continuidade do caos e do desespero, e a partir de 01:22min a mesma ingressa um instrumental constante, deixando a sonoridade anestesiada.
Ouça a a faixa Triumphus Mortos, disponível no debut “Battle Desolation”:
A VOLKMORT teve seu início em novembro de 2004, na cidade de Timbó/Santa Catarina, e desde então segue a linha do DEATH/DOOM METAL, agregando elementos da temática WAR em suas letras.
Desde as primeiras composições, a banda busca por uma sonoridade que mescla passagens lentas e pesadas com momentos ríspidos e acelerados. Os temas refletem os movimentos da humanidade numa perspectiva decadente, dominadora, com base em crenças confusas que culminam em guerras e desolação.
Com a guitarrista fundadora Prika Amaral, única remanescente da formação original de 2010, uma das melhores bandas já surgidas no Brasil, a Nervosa retorna agora mais internacional do que nunca, no seu quarto trabalho de estúdio, Perpetual Chaos. Além de Prika, temos a vocalista Diva Satanica, a baterista Eleni Nota e a baixista Mia Wallace, uma verdadeira seleção internacional.
Quando digo internacional, é porque agora a banda tem membro do Brasil (Prika), Espanha (Diva), Eleni (Grécia) e Mia (Itália), e já posso adiantar, em minha opinião, a melhor formação da banda, nesses 10 anos de estrada.
Com uma mudança no line-up, digo que a música também evoluiu, e muito! Agora é algo mais Death Metal, com aquele velho e poderoso Thrash Metal que a banda sabe fazer muito bem. Na maioria das músicas, as gurias combinam agressividade, brutalidade e muita raiva, nos presenteando com músicas poderosas.
Algo que me chamou a atenção desde o anúncio da nova formação, foi a baterista Eleni Nota, ela realmente impressiona com sua bateria pesada e técnica, uma ótima escolha para ser a dona das baquetas da Nervosa, uma das melhores bateristas da nova geração do metal mundial, ouçam o álbum e vão entender o que estou dizendo.
O álbum começa com “Venomous”, na sequência vem “Guided By Evil”, uma combinação perfeita de Thrash e Death Metal: as guitarras poderosas de Prika, a bateria de Eleni, nos transmitem a agressividade e brutalidade, enquanto Diva Satanica está perfeita com seu ótimo vocal, que grande vocalista.
No entanto, “People Of The Abyss” e “Kings Of Domination” são o Death Metal com todos os componentes que tem que ter, que deixa o ouvinte completamente de “boca aberta”, devido a qualidade do álbum até aqui mostrado. Há também um ótimo e poderoso solo de bateria em “People Of The Abyss”.
A faixa título “Perpetual Chaos”, tem riff cativante e muito groovy na introdução e, em seguida, continua suavemente e vigorosamente. “Until The Very End”, que também é mais death do que Thrash, principalmente por causa do padrão de bateria. “Time To Fight” por sua vez se destaca com versos quase punk, refrão thrash e solo bastante melódico, que você não espera ouvir em um álbum como este.
Na sequência temos a pesada e poderosa “Godless Prisoner”, que já se tornou a minha preferida, aqui é visível o nível impressionante que a banda alcançou com essa nova formação e, depois vem “Blood Eagle”, que destaco mais uma vez, o vocal fantástico de Diva Satanica.
Outra coisa muito legal e especial, são os vocalistas convidados neste álbum: Schimier do Destruction e Erik “A.K.” Knutson do Flotsam e Jetsam. O vocal de Schimier é ouvido em “Genocidal Command”, que lembra muito o grande Destruction, e de Eric em “Rebel Soul”, um quase Heavy metal ou um Rock ‘n’ roll com um som pesado.
Em “Pursued By Judgement” temos mais Thrash Metal, muito agressivo; a bateria soma alguma variedade a ele. E infelizmente, o álbum termina com “Under The Ruin”: começa lenta e sinistra, mas em um minuto se transforma num Thrash muito poderoso, o que reduz um pouco mais o ritmo, ganhando alguma brutalidade.
“Perpetual Chaos” é o primeiro disco em 2021 que fiz uma resenha e posso dizer que começamos o ano muito bem. Com um já candidato a melhor do ano. O álbum é um passeio selvagem com riffs furiosos, trabalho de bateria fantástico e performances vocais impressionantes. O álbum leva você a diferentes extremos em segundos. O time que Prika Amaral se cercou é extremamente talentoso, como já disse, tornando essa, a melhor formação da Nervosa nesses 10 anos de banda. Maior, melhor, mais assustador! A Nervosa está de volta com uma nova formação e um som mais brutal e pesado do que nunca.